UAI !
Origem dessa expressão popular dos mineiros
Segundo a professora Dorália Galesso, foi o presidente Juscelino Kubitschek que a incentivou a lhe pesquisar a origem. Depois de exaustiva busca nos anais da Arquidiocese de Diamantina e em antigos arquivos no Estado de Minas Gerais, Dorália encontrou explicação.
Presidente bão esse aí, uai sô!!!
Os Inconfidentes Mineiros, patriotas, mas considerados subversivos pela Coroa Portuguesa, comunicavam-se através de senhas para se protegerem da polícia lusitana. Como conspiravam em porões e sendo quase todos de origem maçônica, recebiam os companheiros com as três batidas clássicas da maçonaria nas portas dos esconderijos. Lá de dentro, perguntavam: - Quem é? E os de fora respondiam: UAI - as iniciais de União, Amor e Independência. Só mediante o uso dessa senha as portas seriam abertas aos visitantes.
Conjurada à revolta, sobrou a senha, que acabou virando costume entre as gentes das Alterosas. Os mineiros assumiram a simpática palavrinha e, a partir de então, a incorporaram ao vocabulário.
Fonte: Jornal Correio Brasiliense
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
OS PODEROSOS
Vergonha Nacional!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
2012 vem aí e podemos mudar isso, tirando as laranjas podres!!!!!
Pode começar de baixo para cima, pela base!!!!!
2012 vem aí e podemos mudar isso, tirando as laranjas podres!!!!!
Pode começar de baixo para cima, pela base!!!!!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O MITO DA CAVERNA DE PLATÃO
Platão (428-347 a.C.
Platão acreditava que este mundo em que vivemos não passa de uma cópia imperfeita de um outro mundo perfeito que ele chamava de mundo das ideias. Aqui no mundo das aparências permanecemos presos às ilusões, às imagens, às opiniões, às falsas promessas, portanto, a tudo que aprisiona o indivíduo no erro.
Através do mito da caverna ele ressalta o papel da filosofia de libertar o ser humano desses grilhões que o aprisionam, trazendo-o para a luz da verdade. Para Platão, o conhecimento da verdade proporcionado pela filosofia nos transporta do mundo das aparências para o mundo das ideias; da caverna para a liberdade; da alienação para a consciência; da morte para a vida.
A visão da vida diante a contraposição de dois mundos:
O efetivo x o imaginário
A tirinha “As sombras da vida” de Maurício de Souza foi escolhida por demonstrar de forma bastante objetiva o pensamento do filósofo Platão, no que diz respeito ao mito da caverna, onde Platão tentou demonstrar a cegueira dos homens diante de um mundo de aparências através de uma história: “Homens estão presos por argolas no fundo de uma caverna escura, sempre viveram ali. Por trás deles, um fogo arde, a certa distância, irradiando uma luz que se projeta no interior da caverna. Nas paredes, formas humanas, formas que se movem. Os homens que estão no interior da caverna pensam que o vêem é a realidade. Mas não é, eles vêem apenas suas próprias sombras. Pensam assim porque não conhecem outro mundo.” Com essa alegoria ele compara a caverna com o mundo sensível onde vivemos, nos levando a fazer uma relação entre 385-380 a.C (época em que foi escrito o mito da caverna) com os dias atuais, mostrando o quão é muito mais cômodo para todos nós apenas receber e aceitar tudo o que nos é mostrado como se fosse realmente verdade. Com isso passamos a ter idéias errôneas a respeito do que está a nossa volta, nos levando à manipulação, mesmo que muitas vez sem percebermos, imaginando um mundo diferente do real. Ao aceitarmos essa condição, perdemos o direito de saber da verdade e o único jeito de alcançá-la é buscarmos dentro de nós mesmos, libertar-nos da influência que aceitamos sofrer, assim como os prisioneiros do mito, ao sair da caverna e encontrar, então a luz, e sermos capazes de acreditar e conhecer o verdadeiro mundo.
Platão acreditava que este mundo em que vivemos não passa de uma cópia imperfeita de um outro mundo perfeito que ele chamava de mundo das ideias. Aqui no mundo das aparências permanecemos presos às ilusões, às imagens, às opiniões, às falsas promessas, portanto, a tudo que aprisiona o indivíduo no erro.
Através do mito da caverna ele ressalta o papel da filosofia de libertar o ser humano desses grilhões que o aprisionam, trazendo-o para a luz da verdade. Para Platão, o conhecimento da verdade proporcionado pela filosofia nos transporta do mundo das aparências para o mundo das ideias; da caverna para a liberdade; da alienação para a consciência; da morte para a vida.
A visão da vida diante a contraposição de dois mundos:
O efetivo x o imaginário
A tirinha “As sombras da vida” de Maurício de Souza foi escolhida por demonstrar de forma bastante objetiva o pensamento do filósofo Platão, no que diz respeito ao mito da caverna, onde Platão tentou demonstrar a cegueira dos homens diante de um mundo de aparências através de uma história: “Homens estão presos por argolas no fundo de uma caverna escura, sempre viveram ali. Por trás deles, um fogo arde, a certa distância, irradiando uma luz que se projeta no interior da caverna. Nas paredes, formas humanas, formas que se movem. Os homens que estão no interior da caverna pensam que o vêem é a realidade. Mas não é, eles vêem apenas suas próprias sombras. Pensam assim porque não conhecem outro mundo.” Com essa alegoria ele compara a caverna com o mundo sensível onde vivemos, nos levando a fazer uma relação entre 385-380 a.C (época em que foi escrito o mito da caverna) com os dias atuais, mostrando o quão é muito mais cômodo para todos nós apenas receber e aceitar tudo o que nos é mostrado como se fosse realmente verdade. Com isso passamos a ter idéias errôneas a respeito do que está a nossa volta, nos levando à manipulação, mesmo que muitas vez sem percebermos, imaginando um mundo diferente do real. Ao aceitarmos essa condição, perdemos o direito de saber da verdade e o único jeito de alcançá-la é buscarmos dentro de nós mesmos, libertar-nos da influência que aceitamos sofrer, assim como os prisioneiros do mito, ao sair da caverna e encontrar, então a luz, e sermos capazes de acreditar e conhecer o verdadeiro mundo.
DEPUTADO JOÃO PEIXOTO DO PSDC E O RIO DE JANEIRO
Deputado João Peixoto (PSDC):
“É muito importante esta caminhada. Nós não podemos, em hipótese alguma, ficar de braços cruzados para que tudo fique da maneira que está. Se isso acontecer, o Rio de Janeiro que vai perder 6% da sua arrecadação. Estados que arrecadam 8% vão passar pra 40% e o Rio, que arrecada 26%, vai passar pra 20%. Não estamos correndo atrás dos outros, estamos lutando pelos nossos direitos. O que já existe, eu concordo que continue. O pré-sal até pode ser discutido com os outros estados, que também precisam. Mas o que já é nosso temos que lutar para manter. Então, é a maneira que temos de dizer não a estas pessoas que querem nos desapropriar do nosso direito.”
“É muito importante esta caminhada. Nós não podemos, em hipótese alguma, ficar de braços cruzados para que tudo fique da maneira que está. Se isso acontecer, o Rio de Janeiro que vai perder 6% da sua arrecadação. Estados que arrecadam 8% vão passar pra 40% e o Rio, que arrecada 26%, vai passar pra 20%. Não estamos correndo atrás dos outros, estamos lutando pelos nossos direitos. O que já existe, eu concordo que continue. O pré-sal até pode ser discutido com os outros estados, que também precisam. Mas o que já é nosso temos que lutar para manter. Então, é a maneira que temos de dizer não a estas pessoas que querem nos desapropriar do nosso direito.”
ONDE O POVO PREFERE POUSAR SEU CLUNIS
Carta atualizada do Imperador Vespasiano para seu filho Tito
"Onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio?"
Futebol também é cultura. Hoje, para júbilo e gáudio dos amantes das letras clássicas, publicarei uma carta do imperador Vespasiano a seu filho Tito. Vamos a ela: "22 de junho de 79 d.C.
Tito, meu filho, estou morrendo. Logo eu serei pó e tu, imperador. Espero que os deuses te ajudem nesta árdua tarefa, afastando as tempestades e os inimigos, acalmando os vulcões e os jornalistas. De minha parte, só o que posso fazer é dar-te um conselho: não pare a construção do Colosseum. Em menos de um ano ele ficará pronto, dando-te muitas alegrias e infinita memória.
Alguns senadores o criticam, dizendo que deveríamos investir em esgotos e escolas. Não dê ouvidos a esses poucos. Pensa: onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio? Num estádio, é claro.
Será uma imensa propaganda para ti. Ele ficará no coração de Roma por omnia saecula saeculorum, e sempre que o olharem dirão: 'Estás vendo este colosso? Foi Vespasiano quem o começou e Tito quem o inaugurou'.
Outra vantagem do Colosseum: ao erguê-lo, teremos repassado dinheiro público aos nossos amigos construtores, que tanto nos ajudam nos momentos de precisão.
Moralistas e loucos dirão que mais certo seria reformar as velhas arenas. Mas todos sabem que é melhor usar roupas novas que remendadas. Vel caeco appareat (Até um cego vê isso).
Portanto deves construir esse estádio em Roma, assim como a gente de Brasília construirá monumentais estádios em Natal, Cuiabá e Manaus, mesmo que nem haja ludopédio por esses lugares.
Só para você ter uma ideia, o campeonato de Mato Grosso teve média inferior a mil pessoas por partida, e a Arena Pantanal, em Cuiabá, terá capacidade para 43.600 espectadores. Em Recife haverá um novo estádio, mas todos os grandes clubes já têm o seu. Pior será a arena de Manaus: terá 47 mil lugares e, no campeonato estadual, juntando os 80 jogos, o público total foi de 37.971.
As gentes da Terra Papagalli não ligaram nem mesmo para o exemplo dos sul-africanos, que construíram cinco novos estádios e quatro são deficitários.
Enfim, meu filho, desejo-te sorte e deixo-te uma frase: Ad captandum vulgus, panem et circenses (Para seduzir o povo, pão e circo).
Esperarei por ti ao lado de Júpiter."
PS: Vespasiano morreu no dia seguinte à carta. Tito não inaugurou o Coliseu com um jogo de Copa, mas com cem dias de festa. Tanto o pai quanto o filho foram deificados pelo senado romano. Nunca tiveram oitenta por cento de aprovação porque, naquela época, a Confederação Nacional (Romana) dos Transportes (Empreiteiras) não encomendava pesquisas ao Census.
Brasil?! "Alea jacta est", "mermão" !
"Onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio?"
Futebol também é cultura. Hoje, para júbilo e gáudio dos amantes das letras clássicas, publicarei uma carta do imperador Vespasiano a seu filho Tito. Vamos a ela: "22 de junho de 79 d.C.
Tito, meu filho, estou morrendo. Logo eu serei pó e tu, imperador. Espero que os deuses te ajudem nesta árdua tarefa, afastando as tempestades e os inimigos, acalmando os vulcões e os jornalistas. De minha parte, só o que posso fazer é dar-te um conselho: não pare a construção do Colosseum. Em menos de um ano ele ficará pronto, dando-te muitas alegrias e infinita memória.
Alguns senadores o criticam, dizendo que deveríamos investir em esgotos e escolas. Não dê ouvidos a esses poucos. Pensa: onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio? Num estádio, é claro.
Será uma imensa propaganda para ti. Ele ficará no coração de Roma por omnia saecula saeculorum, e sempre que o olharem dirão: 'Estás vendo este colosso? Foi Vespasiano quem o começou e Tito quem o inaugurou'.
Outra vantagem do Colosseum: ao erguê-lo, teremos repassado dinheiro público aos nossos amigos construtores, que tanto nos ajudam nos momentos de precisão.
Moralistas e loucos dirão que mais certo seria reformar as velhas arenas. Mas todos sabem que é melhor usar roupas novas que remendadas. Vel caeco appareat (Até um cego vê isso).
Portanto deves construir esse estádio em Roma, assim como a gente de Brasília construirá monumentais estádios em Natal, Cuiabá e Manaus, mesmo que nem haja ludopédio por esses lugares.
Só para você ter uma ideia, o campeonato de Mato Grosso teve média inferior a mil pessoas por partida, e a Arena Pantanal, em Cuiabá, terá capacidade para 43.600 espectadores. Em Recife haverá um novo estádio, mas todos os grandes clubes já têm o seu. Pior será a arena de Manaus: terá 47 mil lugares e, no campeonato estadual, juntando os 80 jogos, o público total foi de 37.971.
As gentes da Terra Papagalli não ligaram nem mesmo para o exemplo dos sul-africanos, que construíram cinco novos estádios e quatro são deficitários.
Enfim, meu filho, desejo-te sorte e deixo-te uma frase: Ad captandum vulgus, panem et circenses (Para seduzir o povo, pão e circo).
Esperarei por ti ao lado de Júpiter."
PS: Vespasiano morreu no dia seguinte à carta. Tito não inaugurou o Coliseu com um jogo de Copa, mas com cem dias de festa. Tanto o pai quanto o filho foram deificados pelo senado romano. Nunca tiveram oitenta por cento de aprovação porque, naquela época, a Confederação Nacional (Romana) dos Transportes (Empreiteiras) não encomendava pesquisas ao Census.
Brasil?! "Alea jacta est", "mermão" !
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
CUIDADO ELES QUEREM VOLTAR
CUIDADO ESSES SÃO PIORES QUE TRAFICANTES,SÃO OS FAMOSOS LADRÕES DE COLARINHO BRANCO. SÃO OS MAUS POLITICOS QUE ESTARÃO LHE PROCURANDO NAS ELEIÇÕES DE 2012,PROMETENDO DE TUDO , MAS SÓ PENSAM NELES E NA FAMILIA DELES. ¨CUIDADO¨
PSDC ENCONTRO COM O PREFEITO DE BARRA MANSA
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Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/2,48735,PSDC-apresenta-pre-candidatos-a-Ze-Renato.html#ixzz1dIrsbw2b
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